sexta-feira, 28 de junho de 2013

A Viagem do Elefante

                     "Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam" [José Saramago, in "Viagem do Elefante"] 
 Amanhã, dia 29 de Junho, pelas 22h00, em Figueira de Castelo Rodrigo, estreia Nacional, do espectáculo teatral de rua da 'Viagem do Elefante'. 
O espetáculo teatral de rua do Trigo Limpo teatro ACERT é uma coprodução musical com Flor de Jara (Espanha) e tem a parceria da Fundação José Saramago. Também estarão envolvidos vários actores nossos conhecidos do grupo Alma de Ferro.
Para saber, seguir o link:
http://www.acert.pt/aviagemdoelefante/posts/figueira-de-castelo-rodrigo/

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Dia Mundial do Ambiente

O Dia mundial do Ambiente é celebrado a 5 de junho. Foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972.
( in Wikipédia)

Caça ao tesouro destinada à disciplina de Geografia 9º ano




Podem enviar as vossas cartas para o correio electrónico da Biblioteca: 
biblioramiro2012@gmail.com

A melhor carta será publicada aqui.
Boa caça ao tesouro!

Notas: 
Imagem de capa:
http://4.bp.blogspot.com/-F7-nRUqAtAI/T83vH186fpI/AAAAAAAAAQE/h_7y8Glkjh4/s1600/ambiente.jpg

Imagem da p.19,  montagem feita com a imagem:
http://www.my-walls.net/wp-content/uploads/2012/11/Abstract-Fantasy-Land.jpg


Apresentação de livros


             Encontro de academias em Bragança, dias 6,7,8 e 9
             Ver programa completo aqui:

                     http://lelodemoncorvo.blogspot.pt/2013/06/braganca-artes-e-livros-encontro-de.html

terça-feira, 4 de junho de 2013

Concurso de ilustração

"Decorre até 12 de setembro o período de inscrição no 4.º Concurso Internacional de Pintura Infantil do Ambiente (4th Kao International Environment Painting Contest for Children), promovido pela Kao Corporation. O concurso, subordinado ao tema "eco together", destina-se a qualquer criança, com idade compreendida entre os 6 e os 15 anos, a partir de qualquer lugar do mundo. A iniciativa pretende incentivar as crianças a pensar seriamente no ambiente que as rodeia e a adotar um comportamento proactivo, na expectativa de que elas possam até influenciar os amigos e os adultos a agir do mesmo modo.

Kao Corporation tem orientado as suas atividades no respeito pelas preocupações ambientais.

Para o 4th Kao International Environment Painting Contest for Children são aceites trabalhos criados em data posterior a janeiro de 2013, sob a forma de desenhos, pinturas, ou colorações (pastel, lápis de cor, aguarela, acrílico ou tinta de óleo, impressão, etc), desde que não tenham elementos colados.

Cada trabalho deve mostrar total compreensão e integração do conceito "eco together".

Na observância do tema proposto, os participantes devem refletir sobre o que é possível fazer para proteger o ambiente global. Sugere-se, por exemplo, que os trabalhos mostrem o que se pode fazer na vida do dia-a-dia, revelando formas de evitar o desperdício de água ou de eletricidade ou focando a reutilização e reciclagem de produtos ou o uso de produtos eco-friendly como forma de proteger animais e plantas no nosso ambiente natural.

Os vencedores e as escolas serão divulgados em novembro.

A cerimónia de entrega de prémios ocorre a 14 de dezembro, em Tóquio.

Para mais informações, incluindo a consulta do regulamento e o acesso ao formulário de inscrição, aceder ao sítio 4º Concurso Internacional de Pintura Infantil do Ambiente - Direção-Geral da Educação."

Fonte: Portal das escolas

Encontro com Elza Mesquita e Ana Pereira



No dia 30 de maio, a Biblioteca Escolar, em colaboração com o Departamento do ensino pré-escolar e do 1ºciclo e o apoio da Câmara Municipal,  festejou, antecipadamente, o Dia da Criança da melhor forma possível:
 As autoras e ilustradoras Ana Pereira e Elza Mesquita fizeram 5 sessões de leitura/apresentação do seu novo livro "H20"  para todos os alunos destes níveis de ensino do agrupamento.
As crianças ouviram a história, admiraram as ilustrações e participaram alegremente nas actividades propostas. 
A equipa da Biblioteca teve ainda o prazer de receber alguns encarregados de educação que responderam ao convite.
Algumas fotografias já foram publicadas no Facebook da biblioteca:

A professora Olinda está a preparar uma apresentação com os trabalhos feitos pelos alunos e as fotografias do encontro para publicar aqui.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dia da União Europeia



Comemorou-se, ontem, dia 2 de junho, o Dia da União Europeia.
Sabes quantos estados estão integrados na UE? Quando foi criada?
Clica na imagem e testa os teus conhecimentos:



 Neste portal podes encontrar todas as informações que precisares  sobre a União Europeia :


O Dia da Europa comemora-se no dia 9 de maio. Na semana de 6 a 10, foram organizadas  na Biblioteca, em colaboração com o Clube Europeu, algumas actividades que visaram desenvolver os conhecimentos dos alunos nesta matéria.

O concurso " Conhecer melhor a Europa" promovido pelo Clube Europeu:

Todos os dias, foram afixados cartazes relativos a 5 países da Europa com um enigma para desvendar . Os alunos aderiram com entusiasmo a esta iniciativa!




                         

 Os alunos testaram os seus conhecimentos com os jogos 
"União Europeia - Cultura e Cidadania"  da Science4you


Leituras na Biblioteca:

A educadora Florinda fez a leitura e exploração, com todas as turmas do ensino pré-escolar do Centro Escolar,  de um conto tradicional da Roménia “ a Cabra e os três cabritinhos “ da obra “Histórias e Lendas da Europa” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

Numa 1ª etapa, foi feita a leitura do mapa da União Europeia, com a localização da Roménia e identificação da sua bandeira.
Numa 2ª etapa, foi feita a leitura e exploração da lenda 
Numa 3ª etapa, na sala de aulas, os alunos ilustraram a história ouvida
Numa 4ª etapa,  foi feita uma exposição dos trabalhos na Biblioteca




Projeção de pequenos filmes,  seguida da leitura e exploração  de outras lendas da mesma obra, com as turmas do 1º,2º e 3º ano, durante a interrupção do almoço, pelas professoras Rosa Almeida e Olinda Braz




12 erros a evitar nos exames

Os exames estão a chegar. Transcrevemos um artigo publicado, hoje, na página do jornal Público que dá alguns conselhos muito importantes. 

Nota: A autora do texto está referida no final do artigo. 

12 erros mais comuns

Debitar uma resposta memorizada, em vez de apostar na capacidade de pensar pela própria cabeça, não é uma boa solução.
Peça-se num exame que os alunos identifiquem com um "v" de "verdadeiro" as afirmações, entre várias apresentadas numa lista, que sustentem uma determinada hipótese, e é quase certo que vários identificarão com um "v" todas as afirmações que consideram verdadeiras - independentemente de apoiarem ou não a hipótese apresentada. E assim se falha uma resposta. O exemplo serve para ilustrar um dos erros frequentes dos estudantes quando fazem exames: não leem a pergunta até ao fim. Ganham minutos, mas perdem pontos.
A duas semanas de começarem os exames nacionais do básico e do secundário, pedimos a professores de diferentes áreas que nos ajudassem a fazer uma lista de erros frequentes. Alguns são fáceis de adivinhar. Outros, mais surpreendentes. Há quem aconselhe umas boas horas de desporto vigoroso na véspera da prova.

1. Não estudar com tempo
É bom que cada um encontre a sua própria forma de otimizar o tempo de estudo e de ser eficaz, nota José Morgado, professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Mas a verdade é que o tempo que os alunos dedicam a preparar-se para as provas é, muitas vezes, insuficiente.
"Uma parte significativa não se prepara com a antecedência devida", diz Miguel Barros, vice-presidente da Associação de Professores de História (APH). Muitos deixam para a véspera das provas o estudo das matérias obrigatórias, continua Paula Gonçalves, professora de Filosofia e coordenadora do centro de explicações Às de Saber. "Revelam um estudo pouco sistemático, mal organizado, sem a elaboração prévia de resumos, os quais, quando realizados ao longo do ano letivo, simplificam muito a preparação mais específica e intensiva que antecede os exames", afirma.
O local de estudo também pode fazer a diferença. Miguel Barros nota que "muitos alunos não estudam em ambientes propícios à concentração - não desligam a televisão, a Internet ou os telemóveis, por exemplo".

2. Stress a mais
"Quando iniciam o estudo, é frequente entrarem em pânico face à enormidade da tarefa, o que os leva a situações de stress e, no limite, ao uso de fármacos que, supostamente, os auxiliarão a concluir com sucesso o que se pretende", diz o dirigente da APH. Eis outro erro frequente. José Morgado sublinha a importância de se tentar "lidar de forma serena com a pressão ou expectativas que, muitas vezes, pais, professores ou os próprios colocam - e que, para alguns alunos, podem tornar-se parte do problema".
À medida que o exame se aproxima, os nervos aumentam. E, no dia da prova, ainda pior - sendo que, tendencialmente, os mais pequeninos são mais sensíveis, explica Fernando Nunes, ex-presidente da Associação de Professores de Matemática.
O excesso de tensão, diz este professor, é um grande inimigo. Leva os alunos a cometer erros, sobretudo se no exame se confrontam com algo "novo", uma pergunta feita de forma diferente daquela que é habitual, por exemplo. O último relatório disponível do Gabinete de Avaliação Educacional, sobre os exames, confirma esta ideia: em 2011, nos exames de Matemática do 9.º e do 12.º ano, por exemplo, os alunos revelaram dificuldades na interpretação de algumas questões, sobretudo quando estas envolviam "estratégias não habituais".

3. Ter excesso de confiança
Muitos alunos consideram que não precisam de fazer uma preparação "mais específica e direcionada" para os exames porque julgam que já conhecem a matéria, diz Paula Gonçalves. Acham, portanto, que não precisam de praticar. Mas atenção ao excesso de confiança: "A realização contínua de exercícios permite fazer um levantamento dos próprios erros procurando superá-los e, além disso, obriga a analisar os critérios de correção dos exames procurando responder à questão "em que é que eu não posso falhar?".

4. Ler só resumos
Cada vez mais se nota que os alunos não leem as obras integrais que são obrigatórias, notam alguns professores. Isto vale, nomeadamente, para quem está a preparar-se para o exame de Português. Os resumos das obras não chegam!

5. Ir de direta
Ir para o exame com uma noite mal dormida é um erro frequente. "Metade da nota consegue-se com estudo, a outra metade com os neurónios em atividade máxima... o que implica uma cabeça fresca!", diz Paula Canha, professora de Biologia e Geologia. "Aconselho os meus alunos a praticarem desporto vigoroso no final do dia anterior ao exame, pelo menos oito horas de sono e uma refeição decente antes do exame. Assim, a concentração e a capacidade de raciocínio estarão no seu máximo."

6. Não ler as perguntas
Até que chega aquele momento em que o professor distribui o exame. "Às vezes nem leem o enunciado completo!" O desabafo é de Paula Canha, mas é partilhado por vários professores. "Dizem que a meio já achavam que tinham percebido o que era para responder, mas afinal... Exemplo: uma pergunta de V/F [Verdadeiro/Falso] em que é para indicar as afirmações que apoiam uma determinada hipótese. Eles partem do princípio que é para assinalar as frases como verdadeiras ou falsas, ignorando o segundo requisito do enunciado", continua a professora de Biologia.
Não dedicar o tempo necessário à leitura das perguntas leva a erros de interpretação, diz também Miguel Barros. Sem compreender bem o que é pedido, dificilmente se dá a resposta certa, e isto é verdade para todas as disciplinas, diz Paula Gonçalves.

7. Não planear as respostas
Para além de compreender as perguntas é preciso "preparar e planear as respostas", diz José Morgado. "A resposta imediata pode ser desajustada ou "ao lado"." É importante avaliar o que é mesmo "essencial", referir e o que é "acessório" - sendo que o acessório também se pode incluir, e até pode ser relevante, em questões de "desenvolvimento".

8. Debitar o que se decorou
"Muitos alunos desenvolvem na sua cabeça a resposta certa, mas como não confiam na sua capacidade de raciocínio, preferem procurar na memória alguma coisa que tenham ouvido na aula ou estudado no manual e que possa colar-se àquela situação", diz Paula Canha. Miguel Barros dá o exemplo do que se passa na sua área científica: "Apesar de nos exames de História se privilegiar a interpretação de fontes, devendo a informação recolhida nessas fontes ser integrada, de forma crítica, nas respostas, um número significativo de alunos continua a achar que o que interessa é "decorar a matéria" e "despejá-la" nas respostas. Isto dá origem a erros de análise - veem nas questões aquilo que querem ver, dando origem a respostas longas mas que ficam muito aquém daquilo que se pretende."

9. Não ser assertivo
Ser objetivo e assertivo dá pontos, diz Paula Gonçalves. "Muitos alunos têm tendência para o excesso de informação numa resposta, tornando-a pouco assertiva. A objetividade é muito bem cotada num exame."

10. Não gerir o tempo
O exame deve ser visto como um todo, diz Miguel Barros. Mas a maioria dos alunos não é assim que lida com o enunciado da prova. "Como não olham para o exame como um todo, mas antes como uma lista de questões, não planeiam com cuidado o tempo de que vão necessitar. Perdem, frequentemente, demasiado tempo com questões de nível mais elementar (do tipo refere, enumera...), que são menos pontuadas, acabando por não ter tempo suficiente para responder a questões mais complexas, que implicam uma maior reflexão."
Mas isto de gerir o tempo não é coisa fácil. Ficar "bloqueado" numa resposta que parece supercomplicada também pode acabar por significar que não se tem tempo para responder a outras eventualmente mais fáceis, lembra José Morgado.
Fernando Nunes lembra que o "tempo" não é, geralmente, um facto muito valorizado no processo de ensino-aprendizagem - mais cinco minutos, menos cinco minutos, o que interessa aos professores na sala de aula é que os jovens acabem por conseguir resolver o problema. No exame, tudo é diferente. Fica a sugestão: "Se acham que estão a levar demasiado tempo com uma pergunta que não estão a conseguir responder, passem para outra, porque elas não têm todas o mesmo grau de dificuldade."

11. Não rever as respostas
É fundamental voltar a reler as respostas do exame para perceber se existe coerência no que foi exposto e poder detectar erros e falhas.

12. Não usar as tabelas
Textos, tabelas, gráficos e exemplos não servem para embelezar o exame, diz Paula Gonçalves. Muitos alunos ignoram o recurso a estes documentos de apoio que constam de alguns enunciados e que muito podem valorizar uma resposta.

Sanches, Andreia- Os 12 erros mais comuns. Público online (em linha), 3/06/2013, disponível em  http://www.publico.pt/destaque/jornal/os-12-erros-mais-comuns-que-os-alunos-cometem-26622029, acedido no dia 3 de junho de 2013.