segunda-feira, 3 de junho de 2013

12 erros a evitar nos exames

Os exames estão a chegar. Transcrevemos um artigo publicado, hoje, na página do jornal Público que dá alguns conselhos muito importantes. 

Nota: A autora do texto está referida no final do artigo. 

12 erros mais comuns

Debitar uma resposta memorizada, em vez de apostar na capacidade de pensar pela própria cabeça, não é uma boa solução.
Peça-se num exame que os alunos identifiquem com um "v" de "verdadeiro" as afirmações, entre várias apresentadas numa lista, que sustentem uma determinada hipótese, e é quase certo que vários identificarão com um "v" todas as afirmações que consideram verdadeiras - independentemente de apoiarem ou não a hipótese apresentada. E assim se falha uma resposta. O exemplo serve para ilustrar um dos erros frequentes dos estudantes quando fazem exames: não leem a pergunta até ao fim. Ganham minutos, mas perdem pontos.
A duas semanas de começarem os exames nacionais do básico e do secundário, pedimos a professores de diferentes áreas que nos ajudassem a fazer uma lista de erros frequentes. Alguns são fáceis de adivinhar. Outros, mais surpreendentes. Há quem aconselhe umas boas horas de desporto vigoroso na véspera da prova.

1. Não estudar com tempo
É bom que cada um encontre a sua própria forma de otimizar o tempo de estudo e de ser eficaz, nota José Morgado, professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Mas a verdade é que o tempo que os alunos dedicam a preparar-se para as provas é, muitas vezes, insuficiente.
"Uma parte significativa não se prepara com a antecedência devida", diz Miguel Barros, vice-presidente da Associação de Professores de História (APH). Muitos deixam para a véspera das provas o estudo das matérias obrigatórias, continua Paula Gonçalves, professora de Filosofia e coordenadora do centro de explicações Às de Saber. "Revelam um estudo pouco sistemático, mal organizado, sem a elaboração prévia de resumos, os quais, quando realizados ao longo do ano letivo, simplificam muito a preparação mais específica e intensiva que antecede os exames", afirma.
O local de estudo também pode fazer a diferença. Miguel Barros nota que "muitos alunos não estudam em ambientes propícios à concentração - não desligam a televisão, a Internet ou os telemóveis, por exemplo".

2. Stress a mais
"Quando iniciam o estudo, é frequente entrarem em pânico face à enormidade da tarefa, o que os leva a situações de stress e, no limite, ao uso de fármacos que, supostamente, os auxiliarão a concluir com sucesso o que se pretende", diz o dirigente da APH. Eis outro erro frequente. José Morgado sublinha a importância de se tentar "lidar de forma serena com a pressão ou expectativas que, muitas vezes, pais, professores ou os próprios colocam - e que, para alguns alunos, podem tornar-se parte do problema".
À medida que o exame se aproxima, os nervos aumentam. E, no dia da prova, ainda pior - sendo que, tendencialmente, os mais pequeninos são mais sensíveis, explica Fernando Nunes, ex-presidente da Associação de Professores de Matemática.
O excesso de tensão, diz este professor, é um grande inimigo. Leva os alunos a cometer erros, sobretudo se no exame se confrontam com algo "novo", uma pergunta feita de forma diferente daquela que é habitual, por exemplo. O último relatório disponível do Gabinete de Avaliação Educacional, sobre os exames, confirma esta ideia: em 2011, nos exames de Matemática do 9.º e do 12.º ano, por exemplo, os alunos revelaram dificuldades na interpretação de algumas questões, sobretudo quando estas envolviam "estratégias não habituais".

3. Ter excesso de confiança
Muitos alunos consideram que não precisam de fazer uma preparação "mais específica e direcionada" para os exames porque julgam que já conhecem a matéria, diz Paula Gonçalves. Acham, portanto, que não precisam de praticar. Mas atenção ao excesso de confiança: "A realização contínua de exercícios permite fazer um levantamento dos próprios erros procurando superá-los e, além disso, obriga a analisar os critérios de correção dos exames procurando responder à questão "em que é que eu não posso falhar?".

4. Ler só resumos
Cada vez mais se nota que os alunos não leem as obras integrais que são obrigatórias, notam alguns professores. Isto vale, nomeadamente, para quem está a preparar-se para o exame de Português. Os resumos das obras não chegam!

5. Ir de direta
Ir para o exame com uma noite mal dormida é um erro frequente. "Metade da nota consegue-se com estudo, a outra metade com os neurónios em atividade máxima... o que implica uma cabeça fresca!", diz Paula Canha, professora de Biologia e Geologia. "Aconselho os meus alunos a praticarem desporto vigoroso no final do dia anterior ao exame, pelo menos oito horas de sono e uma refeição decente antes do exame. Assim, a concentração e a capacidade de raciocínio estarão no seu máximo."

6. Não ler as perguntas
Até que chega aquele momento em que o professor distribui o exame. "Às vezes nem leem o enunciado completo!" O desabafo é de Paula Canha, mas é partilhado por vários professores. "Dizem que a meio já achavam que tinham percebido o que era para responder, mas afinal... Exemplo: uma pergunta de V/F [Verdadeiro/Falso] em que é para indicar as afirmações que apoiam uma determinada hipótese. Eles partem do princípio que é para assinalar as frases como verdadeiras ou falsas, ignorando o segundo requisito do enunciado", continua a professora de Biologia.
Não dedicar o tempo necessário à leitura das perguntas leva a erros de interpretação, diz também Miguel Barros. Sem compreender bem o que é pedido, dificilmente se dá a resposta certa, e isto é verdade para todas as disciplinas, diz Paula Gonçalves.

7. Não planear as respostas
Para além de compreender as perguntas é preciso "preparar e planear as respostas", diz José Morgado. "A resposta imediata pode ser desajustada ou "ao lado"." É importante avaliar o que é mesmo "essencial", referir e o que é "acessório" - sendo que o acessório também se pode incluir, e até pode ser relevante, em questões de "desenvolvimento".

8. Debitar o que se decorou
"Muitos alunos desenvolvem na sua cabeça a resposta certa, mas como não confiam na sua capacidade de raciocínio, preferem procurar na memória alguma coisa que tenham ouvido na aula ou estudado no manual e que possa colar-se àquela situação", diz Paula Canha. Miguel Barros dá o exemplo do que se passa na sua área científica: "Apesar de nos exames de História se privilegiar a interpretação de fontes, devendo a informação recolhida nessas fontes ser integrada, de forma crítica, nas respostas, um número significativo de alunos continua a achar que o que interessa é "decorar a matéria" e "despejá-la" nas respostas. Isto dá origem a erros de análise - veem nas questões aquilo que querem ver, dando origem a respostas longas mas que ficam muito aquém daquilo que se pretende."

9. Não ser assertivo
Ser objetivo e assertivo dá pontos, diz Paula Gonçalves. "Muitos alunos têm tendência para o excesso de informação numa resposta, tornando-a pouco assertiva. A objetividade é muito bem cotada num exame."

10. Não gerir o tempo
O exame deve ser visto como um todo, diz Miguel Barros. Mas a maioria dos alunos não é assim que lida com o enunciado da prova. "Como não olham para o exame como um todo, mas antes como uma lista de questões, não planeiam com cuidado o tempo de que vão necessitar. Perdem, frequentemente, demasiado tempo com questões de nível mais elementar (do tipo refere, enumera...), que são menos pontuadas, acabando por não ter tempo suficiente para responder a questões mais complexas, que implicam uma maior reflexão."
Mas isto de gerir o tempo não é coisa fácil. Ficar "bloqueado" numa resposta que parece supercomplicada também pode acabar por significar que não se tem tempo para responder a outras eventualmente mais fáceis, lembra José Morgado.
Fernando Nunes lembra que o "tempo" não é, geralmente, um facto muito valorizado no processo de ensino-aprendizagem - mais cinco minutos, menos cinco minutos, o que interessa aos professores na sala de aula é que os jovens acabem por conseguir resolver o problema. No exame, tudo é diferente. Fica a sugestão: "Se acham que estão a levar demasiado tempo com uma pergunta que não estão a conseguir responder, passem para outra, porque elas não têm todas o mesmo grau de dificuldade."

11. Não rever as respostas
É fundamental voltar a reler as respostas do exame para perceber se existe coerência no que foi exposto e poder detectar erros e falhas.

12. Não usar as tabelas
Textos, tabelas, gráficos e exemplos não servem para embelezar o exame, diz Paula Gonçalves. Muitos alunos ignoram o recurso a estes documentos de apoio que constam de alguns enunciados e que muito podem valorizar uma resposta.

Sanches, Andreia- Os 12 erros mais comuns. Público online (em linha), 3/06/2013, disponível em  http://www.publico.pt/destaque/jornal/os-12-erros-mais-comuns-que-os-alunos-cometem-26622029, acedido no dia 3 de junho de 2013.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Prevenção do Controlo de infeção.

No âmbito das ações planeadas pela Comissão de Controlo de Infecção da Unidade Local de Saúde do Nordeste Transmontano para a comemoração do Dia Europeu da Prevenção de Controlo da Infeção, foi promovido um concurso de elaboração de cartazes, em qual o nosso agrupamento participou. Ficou em 1º lugar a turma da professora Matilde Garnacho, o 1º B.
A Biblioteca aproveita este espaço para dar os parabéns a todos e para agradecer a generosa oferta dos livros recebidos como prémio.

Deixamos  aqui alguns registos fotográficos dos alunos (quando foram receber o prémio a Bragança),  enviados pela Dra Altina Pinto, técnica Superior de Saúde Ambiental da Unidade de Saúde Pública Nordeste, Centro de Saúde de Torre de Moncorvo.



Deixamos ainda o filme elaborado pela Comissão, acima referida, com os desenhos dos alunos que participaram no Concurso. Este filme está a ser transmitido nas televisões das salas de espera das Unidades de Saúde.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Direitos das Crianças

Como já foi referido em post anterior, na semana de 13 a 17 de maio, o agrupamento, em parceria com a Câmara Municipal e a CPCJ de Torre de Moncorvo, cuja representante na escola é a professora Delfina Afonso, promoveu um conjunto de actividades subordinadas ao tema: "Derrubar Barreiras: Prevenção dos maus tratos na infância"

Vídeo apresentado no Sarau realizado no Cine-Teatro, no dia 17 de maio:



Livro digital elaborado com os desenhos realizados nos computadores portáteis da Biblioteca Escolar  pelos alunos do Centro Escolar,  no âmbito do Projeto TIC, dinamizado pelas professoras Carla Neves e Luísa Silva para a atividade "Derrubar Barreiras- Prevenção dos Maus Tratos na Infância" realizada em parceria com a CPCJ de Torre de Moncorvo:




Livro digital elaborado pela biblioteca com os cartazes produzidos pelos alunos do 3º ciclo, no atelier realizado no do dia 15 de maio:




Livro digital elaborado com os trabalhos dos alunos do 3ºA e 4º A:
Banda desenhada e ilustrações dos Direitos das Crianças
(com a orientação da professora Teresa Poço e respetivos titulares de turma):




Livro digital elaborado com os trabalhos das restantes turmas do 1º ciclo
(com a orientação da professora Teresa Poço e respetivos titulares de turma):




terça-feira, 28 de maio de 2013

Encontro com autores e ilustradores

Apresentação, na Biblioteca Escolar, do novo livro de
 Ana Pereira e Elza Mesquita " H20 "




Para todos os alunos do ensino pré-escolar (que  já tiveram a oportunidade de ouvir a leitura, na biblioteca escolar, de um outro livro das autoras " História da Baleia"  e de fazerem o seu registo gráfico,  na sala de aulas) estão previstas sessões com as autoras das 14h00 às 15h00.

Para os alunos do 1º ciclo que também exploraram obras destas autoras, as sessões terão lugar entre as 16h00 e as 17h00.

 A restante comunidade educativa poderá vir conhecer as mesmas entre as 15h00 e as 16h00.

Nessas sessões, as autoras estarão também disponíveis para autografar as suas obras que se encontrarão à venda com 10 % de desconto.

 O Agrupamento de escolas agradece à Câmara Municipal de Torre de Moncorvo a cedência de transporte até ao Centro Escolar para os alunos e educadores dos restantes  jardins de infância do concelho.

Para ver  informações sobre as autoras e as suas obras, seguir estes links:


                           

Exposição na Biblioteca Escolar dos trabalhos realizados pelos alunos do ensino pré-escolar:









quarta-feira, 22 de maio de 2013

Feira do livro

Feira do livro online da editora 
Trinta por uma linha           
descontos até 80%
Ver aqui:
http://www.trintaporumalinha.com/feiradolivroonline20.html

Estudar para os exames

Os exames estão a chegar. Segue a ligação e vê os sites  propostos  pelo expresso para te ajudar a estudar:

http://expresso.sapo.pt/os-melhores-links-para-estudar-para-os-exames=f808796#ixzz2U2agZRMn

A Gata Gatilde

Celebra-se hoje o Dia do Autor Português e, nesse âmbito, deixamos aqui as ilustrações feitas pelos alunos da sala dos 5 anos do Centro Escolar (das educadoras Conceição Cardoso e Isabel Ramos)após a leitura do livro "A Gata Gatilde" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Relembramos que este livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, para a Educação Pré-Escolar.