Grelhas de planificação para o 3º ciclo
-Rubricas de Avaliação criadas pela RBE para a aplicação do Referencial (editáveis):
ver mais informação em https://www.rbe.mec.pt/np4/AcBE-Avaliacao.html
Blogue da Biblioteca Escolar PJM Rebelo (Padre Joaquim Manuel Rebelo) do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado de Torre de Moncorvo
No início do 3.º período, durante a hora do almoço, com o apoio da equipa da biblioteca escolar, os amigos da biblioteca ( alunos do 3.° e 4° ano), construíram o seu cartaz para assinalar o Dia Mundial da Língua Portuguesa:
Numa primeira etapa, pesquisaram informação sobre alguns autores de obras estudadas no 1° ciclo, entre outras informações a latitude da vila/ cidade de nascimento.
Numa segunda etapa, com a informação recolhida, redigiram uma pequena biografia.
Numa terceira etapa, prepararam a respetiva leitura assim como a de um excerto de uma obra.
Alguns alunos realizaram a caricatura dos autores selecionados e criaram o cartaz para o Dia Mundial da Língua Portuguesa.
Finalmente, foram gravadas as suas leituras que foram acrescentada no cartaz via um QR code.
O cartaz foi afixado no átrio do Centro Escolar e os QR codes foram partilhados na página de Facebook.
Os nossos amigos estão de parabéns: foi um ótimo trabalho de equipa!
A Revolução do 25 de abril de 1974 também é conhecida pelo nome da "Revolução dos cravos". E, neste dia, para relembrar essa data e a Liberdade adquirida, oferecem-se cravos vermelhos. Sabem porquê?
Leiam o texto de Jose Fanha "A mulher que floriu as armas", excerto de "Era uma vez, o 25 de abril":
" O grande símbolo do 25 de Abril, é o cravo. E que melhor símbolo para uma revolução pacífica do que esta linda flor que, ainda por cima, é vermelha e verde, as cores da bandeira nacional? O que talvez nem toda a gente saiba é a origem dos cravos colocados no cano das armas dos soldados que fizeram o 25 de abril.
A história é bonita e simples:
Uma senhora trabalhava numa empresa que ia comemorar um ano de atividade no dia 25 de abril. Tinham-na mandado comprar muitos cravos para a festa de aniversário. Nesse mesmo dia, pela manhã, quando a senhora chegou à empresa, já a revolução estava na rua e os patrões disseram-lhe para levar os cravos, pois, se ficassem ali, murchavam.
A senhora trouxe consigo um grande molho de cravos e, quando encontrou os chaimites a subir para o Carmo, perguntou a um soldado:
- Vocês estão aqui a fazer o quê?
Eles explicaram que iam prender o Marcelo Caetano.
E um soldado perguntou:
- A senhora, não tem um cigarrinho?
- Não tenho cigarros, mas tenho cravos - disse a senhora.
E foi dando os cravos aos soldados, que os puseram nos canos das armas. Depois, disso, muitos cravos apareceram.
Muita gente foi buscar cravos e os soldados ficavam todos felizes por trazerem o sinal de alegria na lapela. E no cano das armas. "
José Fanha, Era uma vez o 25 de abril
Na fotografia: um cravo feito por alunos do 9.º ano da escola e recebido ontem na biblioteca.
Adoramos a iniciativa!